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A descoberta de uma mutação do coronavírus encontrada na Inglaterra no final de novembro colocou o mundo em alerta.
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A China, que aprovou a vacina desenvolvida pela farmacêutica estatal Sinopharm na última quinta-feira, tranquilizou a população sobre uma possível ineficácia do imunizante.
Nas palavras de Xu Wenbo, oficial do Centro Chinês para Prevenção e Controle de Doenças, “não há motivo para pânico”.
Em declaração a uma emissora de TV estatal, “a nova variante, comparada com as mutações do coronavírus anteriores, não traz alteração óbvia em sua habilidade de causar a doença”.
Segundo o oficial, a mutação não afeta a eficácia dos testes para detecção da doença fabricados na China, já que eles detectam partes do código genético do vírus, que permanecem as mesmas.
A Sinopharm declarou que seu imunizante é 79,34% eficaz, citando análises provisórias de testes clínicos de fase 3.
A população já estava sendo vacinada em caráter emergencial, e desde 15 de dezembro o governo do país administrou mais de 3 milhões de doses de vacina em “grupos-chave” da sociedade.
Menos de 0,1% dos vacinados desenvolveu febre baixa e cerca de duas pessoas por milhão tiveram “reações adversas relativamente sérias”, como alergias.