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A partir desta terça-feira (12), o Adobe Flash Player deixará de reproduzir arquivos em Flash, marcando mais um passo do encerramento do formato criado em 1996. A empresa vem, desde 2017, anunciando a descontinuidade do suporte ao Flash, paralisando diversos serviços relacionados, bem como a atualização do formato “swf”, do qual tornou-se dona após comprar a criadora Macromedia em 2005.
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“Já que a Adobe não mais oferece o suporte ao Flash Player desde 31 de dezembro de 2020 e a Adobe passará a bloquear conteúdos em Flash de serem executados no Flash Player a partir de 12 de janeiro de 2021, a empresa veementemente recomenda que todos os usuários removam o Flash Player de seus computadores para protegerem seus sistemas”, disse a empresa, referindo-se ao plugin.

O Flash foi um formato de vetores com suporte a vídeos e animações que permeou a maior parte da internet nos anos 2000 até meados de 2015, quando começaram a aparecer os primeiros canais com suporte ao HTML5, um modelo que reproduz os mesmos conteúdos, mas é bem mais leve e mais seguro. Desde 2017, a Adobe confirmou o fim do Flash, encorajando criadores de conteúdo a desenvolverem materiais com novos formatos.
“Acervo” de conteúdo em Flash
Hoje, a maior parte das plataformas – sites, jogos, animações e vídeos – já abandonaram o Flash, mas no intuito de preservar a memória de um arquivo responsável por moldar boa parte da internet como a conhecemos hoje, diversas entidades e pessoas conduzem esforços para guardar alguns dos produtos mais icônicos criados dentro deste padrão.
O site BlueMaxima, por exemplo, tem mais de 70 mil jogos e oito mil animações guardadas, e o estúdio independente de jogos Armor Gamer conta com um emulador em Flash para manter seu acervo acessível. O Internet Archive também conta com uma biblioteca exclusiva para o formato descontinuado, tudo acessível e reproduzível diretamente do seu navegador.
Via: Rock Paper Shotgun