Desde que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, aprovou o uso emergencial das vacinas CoronaVac e CoviShield, uma pergunta está no ar: quando todos os residentes do Brasil estarão imunizados contra a covid-19?

Para o fundador da Anvisa, Gonzalo Vecina Neto, ainda demora um pouco. Apesar de o Ministério da Saúde já ter anunciado a disponibilidade de 354 milhões de doses no decorrer do ano, é preciso lembrar que 160 milhões de brasileiros precisam ser vacinados, com duas doses cada um.

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Mesmo assim, saber que o primeiro passo foi finalmente dado é um alento. Para Vecina, o momento foi histórico. Ele diz que ficou muito orgulhoso da agência que fundou, pela resposta que a equipe do órgão deu e pela independência que demonstrou.

Por enquanto, ainda não se sabe quanto tempo vai durar a imunidade proporcionada pelas fórmulas aprovadas. Isso só se saberá com o tempo e o acompanhamento dos voluntários que participaram dos testes de fase 3. O que se sabe até agora é que, já ao tomar a primeira dose, desenvolve-se alguma imunidade à doença. Receber o reforço, entretanto, é essencial.

Para Vecina, provavelmente não sintamos melhora significativa no quadro da pandemia no primeiro semestre. Ele acredita que só em meados do segundo semestre deste ano é que a situação sanitária de fato melhore.

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