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Como era de se esperar, o site Vacina Já, criado pelo governo de São Paulo para pré-cadastro na campanha de vacinação contra a Covid-19, já conta com expressivo número de inscritos. Cerca de 500 mil pessoas já se inscreveram na plataforma até a tarde de segunda-feira (18), menos de 24 horas após o seu lançamento.

Vale lembrar que o portal não serve para agendamento. Ele foi criado para garantir um atendimento rápido aos membros dos grupos prioritários – profissionais de saúde e indígenas – nos locais de vacinação e evitar aglomerações, segundo o governo. 

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Caso faça parte de algum dos grupos, para se registrar, é muito simples. Acesse o site www.vacinaja.sp.gov.br e clique em “pré-cadastro”. Será aberta uma página com um questionário onde deve informar dados pessoais, como nome, data de nascimento e endereço. Na opção “locais de vacinação”, é possível visualizar o posto de saúde mais próximo com base no seu CEP.

profissionais de saúde trabalhando
Profissionais de saúde e indígenas podem fazer o pré-cadastro no site Vacina Já. Foto: Alexandros Michailidis/Shutterstock

Na primeira fase da campanha de vacinação, a previsão é que 9 milhões de pessoas sejam imunizadas, com a aplicação de 18 milhões de doses da CoronaVac, vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac.

Campanha de vacinação

A vacinação em São Paulo começou no domingo (17), no Hospital das Clínicas, para profissionais de saúde, pouco tempo depois de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, (Anvisa) liberar, com restrições, o uso emergencial da CoronaVac. Já o plano nacional de vacinação contra a Covid-19 no país começará nesta quarta-feira (20), às 10h. 

Na segunda-feira (18), o governo do estado iniciou a distribuição das vacinas e insumos para imunização em cinco hospitais-escola do interior de São Paulo. No total, cerca de 60 mil profissionais de saúde serão imunizados nos Hospitais das Clínicas de Campinas, Botucatu, Ribeirão Preto, Marília e no Hospital de Base de São José do Rio Preto.

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Apesar da campanha já ter sido iniciada, dados exigidos pela Anvisa ao Instituto Butantan ainda não foram entregues. A agência estipulou o prazo até 28 de fevereiro, caso contrário, o centro de pesquisa poderá perder o aval para uso emergencial da Coronavac.

Via: Agora/Folha de S. Paulo