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Justiça nega pedido do Parler para ter conta reativada na Amazon

Redação 22 de janeiro de 2021

O pedido do Parler para ter o serviço de hospedagem restabelecido pela Amazon foi negado pela Justiça norte-americana na quinta-feira.

Na decisão, a juíza Barbara Rothstein destacou que a rede social apresentou “poucas evidências” de que não pratica atividades impróprias de negócios.

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Rothstein disse ainda que “alegações do Parler são imprecisas, e vão contra as evidências apresentadas pela Amazon”.

A rede social chegou a declarar que a suspensão do serviço de hospedagem “representou grandes perdas financeiras”.

Ainda assim, não foi o suficiente para mudar a decisão da juíza. Rothstein ressaltou o fato do Parler “não negar” que os seus usuários tenham, de fato, utilizado sua plataforma para “postar conteúdo violento e ameaças”, antes e durante o ataque ao Capitólio no dia 6 de janeiro.

Mesmo com promessas de mudanças nas políticas de moderação da rede social, a juíza foi contra forçar a Amazon a reativar a hospedagem ao Parler.

A decisão, de acordo com Rothstein, tem o objetivo de evitar que a plataform volte a ser usada para “promover ou causar novos eventos violentos.”