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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária anunciou nesta quarta-feira que deixará de exigir a realização dos testes de fase 3 no país para conceder permissão de uso emergencial de vacinas.
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Com a medida, a Anvisa pretende facilitar a aprovação de imunizantes contra Covid-19 no Brasil. É provável que a decisão tenha sido motivada pela publicação de estudo demonstrando alta eficácia da Sputnik V.
A União Química, responsável pela vacina no país, chegou a pedir o uso emergencial, mas a solicitação foi rejeitada imediatamente pela agência. Entre os motivos, estava o fato de que não foram conduzidos testes de fase 3 no Brasil.
Apesar do caminho facilitado para a Sputnik V, a decisão não resolve os outros problemas da Anvisa com a vacina russa.
A agência ainda exige uma série de documentos que não foram apresentados até o momento para poder assinar a liberação de uso emergencial da vacina.
O anúncio, no entanto, abre um novo leque de opções para o Brasil. Apenas quatro vacinas passaram por ensaios clínicos de fase 3 no Brasil: a CoronaVac, a vacina de Oxford, a da Johnson & Johnson e a da Pfizer.
Pelo mundo, no entanto, já há várias outras apresentando resultados muito positivos, mas que com as diretrizes da Anvisa não poderiam ser distribuídas no país.