Siga o Olhar Digital no Google Discover
Um estudo da Universidade Curtin, na Austrália, analisou mais de 21 mil galáxias ao longo de um ano e descobriu buracos negros jovens que mudam de brilho muito rapidamente, quase como se fossem “cintilantes”.
Ofertas
Por: R$ 94,99
Por: R$ 39,99
Por: R$ 1.109,00
Por: R$ 39,90
Por: R$ 204,10
Por: R$ 33,90
Por: R$ 489,00
Por: R$ 169,00
Por: R$ 74,10
Por: R$ 74,10
Por: R$ 1.435,96
Por: R$ 764,99
Por: R$ 3.369,83
Por: R$ 2.998,99
Por: R$ 4.599,00
Por: R$ 521,00
Por: R$ 899,00
Por: R$ 899,00
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,00
Por: R$ 469,00
Por: R$ 5.799,00
Para entender melhor, no centro da maioria das galáxias, há um buraco negro supermassivo. Alguns deles são “ativos”, o que significa que emitem muita radiação.
Além disso, seus poderosos campos gravitacionais puxam a matéria em seus arredores para formar um disco orbital. Ao girar quase à velocidade da luz, as partículas soltam jatos coloridos ao longo dos eixos de rotação do buraco negro.
À medida que se distanciam, esses feixes de luz se transformam em grandes nuvens em forma de cogumelo ou “lóbulos”. E daí, explica-se o espetáculo colorido.