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A produção de uma vacina eficaz contra as novas variantes do coronavírus poderia levar de 6 a 9 meses, segundo afirmou a farmacêutica AstraZeneca, nesta quinta-feira.
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Isso porque o imunizante desenvolvido em parceria com a Universidade de Oxford usa tecnologias diferentes de outras vacinas.
A Covishield exige que células sejam cultivadas por semanas, enquanto imunizantes da Pfizer ou da Moderna usam RNA mensageiro. Ou seja, a adaptação contra as variantes é um pouco mais complicada.
A necessidade de uma vacina adequada às novas mutações do coronavírus cresceu após dados iniciais apontarem que o imunizante da AstraZeneca demonstrou menor proteção contra a variante encontrada na África do Sul em casos leves e moderados.
Uma possível disseminação das variantes britânica e da P.1, originária do estado do Amazonas, ampliaria a necessidade de novas adaptações das vacinas já existentes.
A boa notícia para os brasileiros é que a eficácia da CoronaVac, responsável por 83% dos imunizantes disponíveis para serem aplicados no país, possivelmente será menos afetada por variantes, de acordo com virologistas e microbiologistas.