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O dfdr lab, da empresa de cibersegurança PSafe, relatou o vazamento de um banco de dados na deep web com registros de mais de 100 milhões de contas de celular.
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Ao investigar o caso, a empresa conseguiu entrar em contato com o cibercriminoso. Segundo ele, as informações foram extraídas das bases das operadoras Vivo e Claro.
A PSafe não confirma se os dados partiram diretamente dessas empresas, mas assegura que as informações são de grandes operadoras de telefonia do Brasil.
O vazamento inclui número de celular, nome completo do assinante da linha e endereço de usuários.
Para provar à PSafe que os dados são reais, o cibercriminoso chegou a divulgar informações do presidente Jair Bolsonaro e dos apresentadores William Bonner e Fátima Bernardes.
Os dados vazados estão sendo comercializados na deep web por US$ 1 por registro. A PSafe conseguiu identificar a carteira de bitcoin do cibercriminoso e informou que já notificou as autoridades.
A ANPD, que é a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, comunicou que já está apurando o vazamento.