Siga o Olhar Digital no Google Discover
O Instituto de Tecnologia da Califórnia e a Universidade de Columbia detectaram mais uma variante do novo coronavírus: a B.1.526, com origem em Nova York.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
As investigações feitas pelo instituto detectaram duas formas do B.1.526: uma com a mutação E484K e outra com a S477N, capaz de alterar a forma de ligação entre vírus e células. Juntas, as duas versões totalizam 27% das sequências nova-iorquinas analisadas.
Já a Universidade de Columbia sequenciou 1.142 amostras de pacientes hospitalizados em um centro médico de Nova York. Os pesquisadores encontraram a cepa com a mutação E484K em 12% dos materiais analisados.
A preocupação agora é saber se as atuais vacinas contra a Covid-19 são eficazes para a variante nova-iorquina.
Atualmente, há seis cepas descobertas pelo mundo: uma teve origem no Reino Unido, outra na África do Sul, uma na Califórnia, outras duas no Brasil e agora, a de Nova York .