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Um palete de 2,9 toneladas de baterias velhas foi lançado no espaço pela Estação Espacial Internacional. O equipamento se desprendeu da estação, e se tornou o objeto mais pesado já lançado do posto avançado.
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De acordo com a Nasa, a “lixeira espacial” deverá permanecer na órbita da Terra durante um período que deve variar entre dois e quatro anos antes de retornar à atmosfera, onde não deve sobreviver por muito tempo e queimar sem representar riscos de incidentes.
O palete foi deixado para ser lançado após a última missão japonesa de abastecimento HTV, em maio de 2020. O objetivo da viagem era de entregar seis novas baterias de lítio de alto desempenho à estrutura de energia solar da ISS.
O lixo em órbita da terra é composto principalmente pedaços de espaçonaves, partes de foguetes e satélites que não são mais utilizados. Os detritos são considerados um problema sério pelas agências espaciais, já que representam alto risco de colisão e podem atingir velocidades de até 29.000 km/h.
Porém, hoje já existem projetos que consistem em enviar missões ao espaço para recolher parte desses detritos, alguns materiais caros usados na construção de foguetes e satélites, para reutilizá-los aqui na Terra.