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O Nanossatélite brasileiro NanoSatC-Br2 que entrou em órbita nesta segunda feira foi desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, em parceria com o INPE.
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O equipamento que pesa apenas 1 quilo e 720 gramas foi lançado a bordo do foguete russo Soyuz-2 que decolou do Cazaquistão. Agora, já em órbita baixa terrestre, o satélite vai monitorar em tempo real os distúrbios da magnetosfera terrestre, a intensidade do campo geomagnético e a precipitação de partículas energéticas sobre o território brasileiro.
O lançamento do nanossatélite é parte do projeto de desenvolvimento de missões espaciais do ministério da tecnologia.