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Cientistas da University of Illinois Chicago, nos Estados Unidos, apontaram que o cérebro humano não morre completamente como imaginamos. Segundo a pesquisa, células zumbis se desenvolvem a ponto de criar uma espécie de tentáculos após a morte.
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E não, isso nada tem a ver com a primeira ideia que geralmente aparece quando o assunto é zumbis!!
O trabalho dos pesquisadores americanos é ciência pura… A equipe da UIC simulou um ambiente pós-morte em um tecido cerebral retirado de uma cirurgia de rotina. Analisando a expressão genética do tecido, pode-se perceber que as células de glia, um tipo específico de célula que faz parte do nosso sistema nervoso, cresceram em proporções absurdas.
A equipe também notou que essa célula levou aproximadamente 12 horas após a morte para atingir o tamanho máximo e, que neste cenário, havia desenvolvido também tentáculos, como se fosse uma espécie de “braços”.
Com a recente descoberta, é possível ter uma ideia de quais genes e tipos celulares do cérebro se degradam, permanecem estáveis, ou até continuam se desenvolvendo. Para a equipe da UIC, o estudo abre as portas para novas descobertas da neurologia.