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Funcionários da fábrica da LG em Taubaté, no interior paulista, entraram em greve após a recusa de uma oferta de indenização feita pela fabricante sul-coreana, depois do anúncio do fim da produção no local.
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O fechamento da fábrica, confirmado pela empresa na última semana, deve gerar cerca de 700 demissões.
O fim das atividades da fábrica de Taubaté é consequência direta da saída global da LG do mercado de smartphones, que deve acontecer ainda este ano.
No Brasil, a notícia resultou no fechamento da estrutura de Taubaté e a transferência da linha de produção de notebooks para Manaus, no Amazonas.
Os trabalhadores afirmaram que a paralisação deve seguir por tempo indeterminado.
A indenização sugerida pela fabricante que desagradou os funcionários prevê pagamentos escalonados de acordo com o tempo de serviço. Os valores vão de 8 mil reais para quem foi admitido a partir de 1º de janeiro de 2020 a 35mil, 804 reais para funcionários com 19 anos de casa ou mais.
A LG foi procurada pela equipe do Olhar Digital para comentar sobre a greve, e o plano de ação no Brasil frente ao fechamento da divisão global de smartphones, mas não se manifestou até o momento.
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