Siga o Olhar Digital no Google Discover
Há alguns anos, um grupo de engenheiros da universidade americana de Purdue, em Indiana, criou um tom de branco que era ainda mais branco que o que conhecíamos até então. O composto foi incorporado em revestimentos para edifícios em forma de tinta com o objetivo de resfriá-los e reduzir a necessidade do uso de ar condicionado no interior dos prédios.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Para atingir um nível de brancura tão alto, foi utilizado o sulfato de bário, um composto químico que também é utilizado para tornar papéis fotográficos e cosméticos mais brancos.
No final do ano passado, os pesquisadores foram além e conseguiram desenvolver uma tinta ultra branca que não é só mais clara, mas também é mais fria que as formulações anteriores.
As tintas comercializadas atualmente ficam mais quentes ao invés de mais frias, enquanto as que são projetadas para rejeitar calor refletem apenas entre 80% e 90% da luz solar recebida, sem o benefício de tornar as superfícies mais frias do que o ambiente.
Segundo os pesquisadores, este tom pode ser o equivalente do branco ao “Vantablack”, o “preto mais preto”, que chega a absorver até 99,9% de toda a luz visível.
Os engenheiros afirmam que essa formulação de tinta mais branca reflete até 98,1% da luz solar recebida e ainda envia o calor infravermelho para longe da superfície ao mesmo tempo.
Por enquanto não há data para o lançamento comercial da tinta ultra branca.
Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!