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A crise global de chips parece estar longe de um “final feliz”. Pelo menos é isso o que pensa Chuck Robbins, CEO da Cisco, uma das maiores empresas mundiais de TI e redes. O executivo afirmou que a escassez de componentes vai impactar as cadeias de suprimentos globais por mais seis meses.
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A pandemia do coronavírus provocou a paralisação de diversas indústrias e
um dos setores mais afetados foi o de fornecimento de chips, em especial, os do segmento de tecnologia.
E o regime home office adotado por conta da pandemia provocou um grande aumento na procura por PCs, smartphones, tablets e notebooks, e a indústria não conseguiu acompanhar a demanda.
A atual escassez global de chips tem impactado mercados de smartphones, televisores, eletrodomésticos e até o setor automotivo.
Já para a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company, a escassez de chips deve se estender até 2022. A fabricante de circuitos integrados AMD também acredita que o impasse deve afetar o mercado por mais algum tempo.
A ideia de Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, é investir 50 bilhões de dólares para financiar a produção e pesquisa de chips semicondutores. A China também deve investir “pesado” para construir novas fábricas.
Mas até lá, os consumidores vão continuar enfrentando a escassez de produtos no mercado e preços mais altos por mais alguns meses.
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