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Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual Paulista, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, e do Projeto Dacnis, São Francisco Xavier e Ubatuba, descobriu uma nova espécie de sapo-abóbora. O artigo com a descoberta foi publicado com acesso aberto na Plos One.
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Sapos-abóboras são uma espécie do grupo dos anfíbios laranjas e brilhantes, por isso o nome característico. Eles são tão minúsculos que podem chegar a caber em uma unha, o que os tornam bastante hostis, já que são muito venenosos.
Para a pesquisa, que resultou na descoberta, o grupo coletou em uma parte densamente florestada do Brasil, logo ao sul da Serra da Mantiqueira, em São Paulo, mais de 276 espécimes do sapo-abóbora usando luz fluorescente, já que alguns dos ossos das minúsculas criaturas iluminam-se diretamente através da pele. Os dados foram coletados durantes várias viagens ao local entre 2017 e 2019.

Vários tipos do sapo foram identificados neste período e através do uso do DNA a equipe pode detectar cada espécie de anfíbio que foi coletada. O novo integrante da família, chamado de B. rotenbergae, é extremamente venenoso, assim como seus familiares, porém foram encontradas algumas diferenças em relação as outras espécies.
De acordo com os resultados, o novo sapo-abóbora possui manchas escuras em sua cabeça e é ligeiramente menor do que os outros sapos. O teste de DNA mostrou que ele diferia de outros da espécie em apenas aproximadamente 3%, o que foi suficiente para garantir a classificação de uma nova espécie.
Os pesquisadores pretendem continuar o estudo sobre as novas espécies e, segundo a equipe, o próximo passo é desvendar a finalidade dos ossos fluorescentes.
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Sapo que brilha
Na família dos sapos, rãs e pererecas, existe um vasto repertório de curiosidades, e uma delas é a possibilidade deles brilharem quando expostos a luz ultravioleta, habilidade parecida – mas não igual – a de vagalumes, que brilham a olho nu. Antes, existia a ideia de que apenas insetos tinham o “superpoder”, mas pesquisas relativamente recentes vêm mostrando que anfíbios possuem uma estrutura de pele translúcida e com uma camada repleta de cristais importantes para também reproduzir o fenômeno.
Fonte: PHYS
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