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Com cerca de 60% da população imunizada, a situação das ilhas Seychelles, localizado na costa leste da África, colocou a eficácia da vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinopharm em cheque nesta semana.
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A notícia de que o país proporcionalmente mais vacinado do mundo estava passando por um novo aumento de casos do novo coronavírus deixou muitos especialistas em alerta.
Até a última sexta-feira, dia 7, mais de 2.400 pessoas foram diagnosticadas com a Covid-19. Isso significa que os casos mais que dobraram em relação à semana anterior, que teve menos de 1.100 casos. Entre os infectados, 37% havia recebido duas doses de vacina. Apesar do aumento de casos no arquipélago, a maior parte dos registros são de sintomas leves.
Até o momento, 97% dos vacinados no país receberam o imunizante da farmacêutica chinesa Sinopharm, o restante, tomou a vacina da AstraZeneca. Nos testes de fase 3, o laboratório informou que a eficácia da vacina Sinopharm era de 79%.
Apesar de ainda não terem feito o sequenciamento genético do vírus circulante nas ilhas Seychelles, acredita-se que o aumento de casos de Covid-19 pode ter sido causado pela variante descoberta na África do Sul, que foi detectada no arquipélago em fevereiro. Estudos envolvendo a vacina da AstraZeneca mostraram que ela é menos eficaz contra essa variante.
Reportagem: Lucas Soares e Elias Silva
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