Siga o Olhar Digital no Google Discover
A empresa Space Application Services foi contratada pela Agência Espacial Europeia para construir três reatores experimentais para produzir oxigênio na Lua. O acordo faz parte de uma missão para demonstrar o uso dos recursos lunares, programada para 2025.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
A máquina usa o processo FCC Cambridge, que foi desenvolvido originalmente no fim da década de 1990 para extração direta de titânio do óxido de titânio.
Na Lua, a técnica vai usar eletricidade para criar uma reação química na parte mais fina do solo lunar, conhecida como regolito. Ele é conhecido por consistir em até 45% de oxigênio, ligas metálicas e oxigênio puro.
Segundo a empresa, a possibilidade de produzir oxigênio localmente é a chave para a presença humana de longo prazo no nosso satélite natural e até em outros corpos celestes, como Marte.
Um outro método, também em testes, produz oxigênio e hidrogênio, que pode servir de combustível para que as missões se aventurem mais ainda no sistema solar.
Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!