Siga o Olhar Digital no Google Discover
O Facebook começa a encarar o uso das deepfakes como um problema sério. A empresa se uniu a uma universidade norte americana para encontrar um modo eficiente de identificar os criadores desses videos que podem ser usados para prejudicar pessoas.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 200,29
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
As deepfakes ainda são considerados mais divertidos do que preocupantes, mas o Facebook não poupa esforços em pesquisas sobre essa tecnologia. A mais recente novidade é uma colaboração entre a empresa e a Universidade Estadual de Michigan para criar um método que usa engenharia reversa para analisar imagens geradas por inteligência artificial e revelar características de identificação do modelo de aprendizado de máquina que o criou.
Este trabalho pode ser bastante útil, já que pode auxiliar o Facebook no rastreamento de malfeitores que espalham deepfakes que podem conter desinformação ou fraudes para atacar a dignidade ou a reputação de alguém. No momento, o projeto ainda está em fase de pesquisa.
Estudos anteriores na área já foram capazes de determinar qual modelo de inteligência artificial conhecido gerou determinado deepfake. O objetivo agora é identificar qual computador produziu o material, e assim chegar à pessoa que manipulou as imagens.
O novo recurso vai ser muito útil para os investigadores em casos de uso criminoso da tecnologia.
Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!