O Instituto Butantan planeja pedir para a Anvisa que libere o uso emergencial da ButanVac após a conclusão dos testes de fase 1 e 2, sem a necessidade da fase 3.

A ideia do laboratório é ampliar as fases 1 e 2 para diminuir o tempo entre os testes e o início da produção. O planejado para a ButanVac é que sem a fase 3 o processo possa ser feito em 17 semanas, com o envolvimento de cerca de 6 mil voluntários.

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O Butantan deve incluir a medição da taxa de eficiência nas duas primeiras etapas. Essa seria uma forma de cumprir o calendário mostrado pelo instituto na apresentação da vacina, que prevê começar a vacinação em massa entre o fim de 2021 e o começo de 2022.

No momento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou apenas a primeira etapa dos testes com a ButanVac e ainda não há informações se o órgão vai aceitar analisar os documentos de eficácia da vacina sem a realização dos testes de fase 3.

No momento, a agência diz apenas que não é possível antecipar previsões sobre o uso emergencial desta vacina já que o pedido ainda não existe.

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