Siga o Olhar Digital no Google Discover
Alguns profissionais da saúde da Índia, incluindo médicos, organizaram um esquema para se beneficiar do desespero das pessoas com a pandemia que acomete o mundo. Os golpistas produziam e aplicavam vacinas falsas contra o coronavírus nas pessoas e cobrava por elas. No entanto, ao invés do imunizante, as mais de 2.500 vítimas recebiam injeções de água salgada. Os médicos infratores foram presos recentemente pela polícia indiana.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Segundo a NeoScope, a maioria das injeções falsas foi administrada entre maio e junho, quando a Índia registrava um aumento diário exorbitante de casos e mortes por coronavírus. Naquele momento, o governo indiano não tinha um projeto de vacinação centralizado e os golpistas aproveitaram a oportunidade para atacar a população vulnerável.

O golpe se tornou aparente depois que as vítimas começaram a duvidar da total ausência de efeitos colaterais das doses. Além disso, quando os imunizantes se tornaram mais comuns no país e o governo indiano divulgou um programa de imunização gratuito, os pagamentos em dinheiro que tiveram que fazer pelas vacinas falsas gerou suspeitas.
Leia também!
- Covid-19: variante Epsilon compromete proteção de vacinas e imunidade natural
- Covid-19: vacina pode ser ineficiente contra a variante Delta
- Covid-19: Pfizer anuncia entrega ao Brasil de mais de 600 mil doses da vacina
O golpe utilizando imunizantes (falsos) terceirizados reforça a necessidade dos governos organizarem projetos centralizados de vacinação.
As autoridades indianas se surpreenderam com o fato de profissionais de saúde genuínos terem participado do esquema e usar um hospital para produzir certificados, frascos da suposta vacina e seringas falsas. Até agora, 14 pessoas envolvidas no esquema foram presas sob acusações que vão desde conspiração criminosa a homicídio culposo.
Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!