Construída em 1897, a usina hidrelétrica de Mechanicville, em Nova York, enfrentou diversos problemas financeiros recentemente. A instalação, inclusive, quase foi desmontada, não fosse a ideia da Albany Engineering, a dona da unidade, de dar outra atribuição à fonte de energia renovável: a de minerar bitcoins.

Logo após adquirir a hidrelétrica considerada a fonte de energia renovável mais antiga do mundo em funcionamento, a Albany colocou a usina em potência total, mas o retorno financeiro não compensou o investimento. A usina ainda utiliza máquinas originais do século 19.

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Uma das saídas encontradas foi unir o “velho” com o “novo”: adaptar a estrutura histórica para o moderno universo das moedas digitais, já que as questão ambientais e energéticas têm sido algumas das principais críticas aos bitcoins.

De acordo com análise de pesquisadores da Cambridge University, da Inglaterra, a mineração de bitcoins consome um volume de energia maior que o de países como como Argentina, Holanda e Emirados Árabes Unidos.

A Albany afirmou que pode ganhar mais dinheiro com bitcoin do que vendendo eletricidade, mas a mineração da criptomoeda mais negociada do mundo é vista mais como uma aposta em fase experimental e não como uma solução. Mas por enquanto, a idéia está dando certo.

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