O Banco Central do Brasil (BC) anunciou que a segunda fase do Open Banking, também conhecido como Sistema Financeiro Aberto, será adiada em quase um mês. A nova fase, que tinha previsão para começar nesta quinta-feira (15), agora tem como data prevista o dia 13 de agosto.

O Open Banking é um sistema de compartilhamento de dados, informações e serviços financeiros por clientes bancários em plataformas de tecnologia. A troca de informações, no entanto, ocorre apenas mediante a permissão expressa de clientes.

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O objetivo do projeto é fornecer melhores taxas, prazos e serviços financeiro à população.

Imagem mostra logo do Banco Central do Brasil, o Bacen
Banco Central anuncia adiamento da 2ª fase do Open Banking.
Crédito: Jo Galvao/Shutterstock

De acordo com o BC, o adiamento da segunda fase foi um pedido das instituições financeiras que participam do programa, para que os testes de implementação da nova tecnologia pudessem ser terminados.

“Dado que as instituições participantes estão finalizando os testes para a obtenção de certificações para homologação e registro de APIs, o Banco Central decidiu nesta data alterar o cronograma do início do lançamento da Fase 2 do projeto”, afirmou o órgão.

A primeira fase do Open Baking teve início em fevereiro, onde foram fornecidas as condições necessárias para que o mercado criasse modelos de negócios e serviços que facilitem aos clientes comparar diferentes produtos e serviços financeiros disponíveis para contratação.

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Na segunda fase do projeto, as instituições participantes passariam a compartilhar informações de cadastro de clientes e de representantes, bem como de dados de transações de clientes acerca dos produtos e serviços relacionados na fase 1.

O Banco Central não informou se haverá alteração nas outras fases do Open Banking, são elas:

  • Fase 3 (30 de agosto): compartilhamento do serviço de iniciação de transação de pagamento entre instituições participantes, bem como do serviço de encaminhamento de proposta de operação crédito entre instituição financeiras e correspondentes no país eventualmente contratados para essa finalidade;
  • Fase 4 (15 de dezembro): expansão do escopo de dados para abranger, entre outros, operações de câmbio, investimentos, seguros e previdência complementar aberta, tanto no que diz respeito a dados acessíveis ao público quanto a dados de transações compartilhados entre instituições participantes.

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