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Dados analisados pelo módulo de pouso InSight indicam que Marte tem uma “anatomia interna” diferente do que se acreditava: o núcleo pode ser maior, o manto mais denso e a crosta, mais fina do que se pensava.
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Anteriormente, modelos científicos estimaram que a crosta de Marte tinha espessura de 110 quilômetros, bem mais grossa do que a da Terra, que fica entre 5 e 70 quilômetros. Agora, existem 3 novas teorias.
Na primeira, são 3 camadas rochosas até o manto, que somadas têm menos do que 100 quilômetros. Outra lança a hipótese de Marte ter um manto que se estende por algo entre 400 e 600 km, isso porque Marte tem apenas uma única, gigantesca e praticamente estática placa tectônica, ao contrário das sete móveis da Terra.
Finalmente, o terceiro estudo considerou que o núcleo começa a uma profundidade de 1.560 km, aproximadamente. Um núcleo maior implica em menos densidade.
A conclusão é relativamente simples: se o núcleo de Marte é maior, então o manto é mais fino. Isso implica que o núcleo de Marte resfria a um ritmo mais rápido, o que por sua vez traz um impacto maior no campo eletromagnético, justamente aquilo que fez o planeta perder a atmosfera há bilhões de anos.
Os novos resultados ajudam a compreender melhor o passado e presente de Marte, e também estimar como são formados os planetas rochosos.
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