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O mês de agosto não começou muito bem para o Zoom. Neste domingo, a empresa de videoconferência aceitou pagar 85 milhões de dólares, cerca de 435 milhões de reais, para encerrar uma ação coletiva por violação de privacidade nos Estados Unidos.
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De acordo com a agência de notícias Reuters, o processo apontava que o Zoom compartilhava dados pessoais de usuários com Facebook, Google e LinkedIn, além de não conseguir evitar que hackers interrompessem as reuniões que estavam acontecendo na plataforma, em uma prática que ficou conhecida como ‘Zoombombing’.
A empresa negou que tenha agido de má-fé, mas fechou o acordo que ainda requer aprovação da justiça da Califórnia. Ficou estabelecido que a plataforma de videoconferências crie um fundo de caixa irreversível para pagar reivindicações válidas, custos de serviço e administração, pagamentos de serviços a representantes de classe e honorários advocatícios e custas judiciais.
A empresa, que cresceu muito durante a pandemia de Covid-19, também concordou em adotar novas medidas de segurança, além de fornecer treinamento especializado aos funcionários sobre privacidade e manuseio de dados.
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