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Um dos exemplos mais marcantes do combate às fake news dentro das próprias redes usadas para espalhar mentiras ocorreu na França. O presidente francês Emmanuel Macron recorreu ao TikTok e ao Instagram para conter a desinformação sobre vacinas contra a covid-19 no país, após dias de manifestações sobre um polêmico certificado de saúde.
Macron afirmou que as vacinas são a “única arma” contra uma possível quarta onda de infecções.
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Além disso, o Twitter anunciou uma parceria com a Reuters e a Associated Press, duas das maiores agências de notícias do mundo. Elas vão ajudar na curadoria do conteúdo compartilhado e assim combater as fake News na rede social.
Um estudo realizado pela Reuters Institute Digital News Report analisou os países com maior exposição às notícias falsas. O Brasil ficou em terceiro lugar, com 35%.
Apesar de não ser considerado crime por aqui, a disseminação das fake news nas redes sociais causa uma série de prejuízos, como o uso de tratamentos ineficazes contra a Covid, a descrença sobre o uso de máscaras e da necessidade do distanciamento social.
Diante disso, é cada vez mais importante a adoção de ferramentas para evitar o alastramento de notícias que não tenham base científica.
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