A relação de confiança entre cliente e banco pode ser comparada ao placar de um game: começa do zero e com o passar do tempo o cliente vai ganhando pontos, subindo de posição e conquistando mais benefícios.

Até hoje, abrir uma conta em um novo banco é como mudar de game, ou seja, o placar volta ao zero: a instituição não leva em conta o histórico do cliente no banco anterior e assim termina não oferecendo muitas vantagens.

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Mas é justamente isso que vai acabar com a chegada do Open Banking.

O sistema criado pelo Banco Central em fevereiro deste ano dá aos clientes o controle sobre o próprio histórico, e é ele que decide como quer compartilhar essas informações com os bancos.

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Na primeira fase do Open Banking, em fevereiro deste ano, as instituições financeiras disponibilizaram informações dos canais de atendimento e de produtos e serviços, incluindo as taxas e tarifas de cada item ofertado. Assim os clientes podem escolher qual lugar oferece as melhores condições para o serviço desejado.

Agora, na nova fase do sistema que entra em vigor nesta sexta-feira, os clientes vão poder compartilhar as próprias informações financeiras com outros bancos, se assim desejarem. Os usuários também têm o direito de cancelar esse compartilhamento de dados a qualquer momento.

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A intenção é que o cliente tenha possa ter acesso a linhas de créditos mais vantajosas em diferentes instituições.

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