Abelhas preservadas: startup usa inteligência artificial para proteger colmeias

Eduardo Sorrentino, editado por Elias Silva 16/08/2021 22:04, atualizada em 16/08/2021 22:05

O uso de pesticidas na agricultura, as pragas e as mudanças climáticas têm causado grandes perdas nas colônias de abelhas em todo o mundo. Além do mel, esses insetos promovem a polinização, indispensável para a agricultura.

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Para reverter esse quadro, uma colmeia robótica foi desenvolvida pela startup israelense Beewise. A startup diz que a novidade funciona com eficiência acima de qualquer apicultor humano.

O dispositivo conta com um braço robótico que desliza entre os favos de mel. A máquina baseada em inteligência artificial consegue examinar pilhas de favos que podem abrigar milhões de abelhas. O monitoramento em tempo real permite reduzir os riscos de qualquer perigo que ameace o bem-estar da colônia.

As abelhas também estão sendo estudadas no combate de doenças.
Cientistas australianos descobriram que o veneno delas contém uma substância que pode ajudar no tratamento contra o câncer de mama.

A substância é a melitina, que compõe metade do veneno expelido pelo inseto. A molécula é a responsável por tornar a picada de abelha tão dolorosa para os humanos.

Os pesquisadores usaram o veneno em células cancerosas desenvolvidas em laboratório e também em células saudáveis. Embora com resultados altamente promissores, a pesquisa ainda está na fase inicial.

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Eduardo Sorrentino

Eduardo Sorrentino é redator(a) no Olhar Digital

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