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Um levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas em parceria com uma gestora de fundos de criptoativos revela que o bitcoin só fica atrás das ações e dos títulos privados de renda fixa no ranking brasileiro de investimentos.
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De maneira geral, os criptoativos já fazem parte da rotina de 27,78% dos investidores brasileiros ouvidos na pesquisa. A modalidade é mais procurada do que ativos como o Tesouro Direto, commodities, moedas estrangeiras e poupança.
Mesmo ocupando o terceiro lugar do ranking de investimentos, as criptomoedas não representam necessariamente o terceiro investimento em volume financeiro.
O bitcoin e os criptoativos têm mais força entre os investidores com perfis mais agressivos, e entre pessoas com curso superior relacionado a finanças. Isto é, gente que está acostumada com o mercado e tem mais disposição de correr riscos.
A pesquisa ainda aponta que apesar do mercado de criptoativos estar crescendo, ainda se sabe muito pouco sobre a percepção dos brasileiros quanto a essa classe de ativos.
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