O Brasil passa por uma das maiores crises hídricas da história, e apresenta níveis baixíssimos nos reservatórios de água. Diante desse cenário, a Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, anunciou recentemente um novo aumento na conta de luz: o reajuste na bandeira tarifária vermelha patamar dois, traz um aumento de 52% nas contas dos consumidores nos próximos meses. Além disso, a agência projetou mais uma alta de 16,7% nas tarifas de energia em 2022.

Com os preços da energia elétrica subindo, os consumidores e empresários investem em alternativas mais baratas e acessíveis. Uma delas é a energia solar, que é mais econômica a longo prazo, além de ser sustentável.

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Apesar da pandemia do novo coronavírus, que fez com que vários setores da economia registrassem queda, o ritmo de instalação de painéis solares cresceu 70% no ano passado, gerando em conjunto 7,5 gigawatts, quase metade da energia gerada pela hidrelétrica de Itaipu, localizada no Rio Paraná, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai.

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, a Absolar, o Brasil já atingiu a marca recorde de 600 mil unidades consumidoras de energia solar distribuída no país, a maior parte instalada em residências. Essa maior adesão à tecnologia está relacionada ao custo: o preço dos equipamentos caiu quase 90% no último ano.

Com isso, o Brasil já ocupa a 11ª posição mundial no ranking de investimento em energia solar. A Absolar prevê que em 2021 o setor de energia fotovoltaica gere mais de 147 mil novos postos de trabalho em todo o país e atraia 22,6 bilhões de reais em novos investimentos.

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