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O Tribunal de Contas da União, o TCU, concluiu a análise dos termos do edital do 5G dando sinal verde para a realização do maior leilão de radiofrequências da história do país. A expectativa é de que o leilão aconteça em outubro e que em 2022, todas as capitais brasileiras mais o Distrito Federal já possuam a tecnologia 5G.
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A exploração das novas faixas deve viabilizar a transmissão de dados em alta velocidade, e o governo espera atrair cerca de 40 bilhões de reais em investimentos.
As empresas que decidirem arrematar frequências no leilão do 5G precisam seguir algumas obrigações e compromissos importantes, como: conectar escolas com internet de qualidade, e levar a nova tecnologia 5G a todas as cidades com mais de 30 mil habitantes até 2028.
A proposta é levar conectividade para 40 milhões de pessoas que hoje estão desconectadas. Com a previsão do leilão do 5G, as principais empresas do setor já estão desenvolvendo dispositivos para atender a demanda do país.
Recentemente, a Qualcomm anunciou parceria com a Intelbras, para desenvolver o dispositivo 5G FWA, que vai fornecer conectividade de alta qualidade, com velocidade e latência semelhantes à fibra óptica, mas sem a necessidade de cabeamento.
Além da Qualcomm e Intelbras, outras empresas devem participar do leilão 5G, como: as operadoras Claro, TIM e Vivo. Também é provável que alguns pequenos provedores de banda larga participem da licitação para fornecer o serviço em locais afastados dos grandes centros urbanos.
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