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A empresa de biociência e genética Colossal levantou 15 milhões de dólares para pesquisas em edição de genes. Um dos objetivos dos experimentos é recriar os mamutes, que foram extintos há mais de dez mil anos, e os reintegrar na vida selvagem da tundra ártica.
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A ideia de recriar mamutes não é nova, mas nunca foi levada muito a sério. Agora, o financiamento milionário da Colossal pode levar esse processo para outro patamar. Entre os fundadores da empresa está George Church, um pioneiro em novas abordagens de edição de genes.
A primeira parte do projeto consiste em coletar células de pele de elefantes asiáticos e reprogramá-las com genes de mamutes.
Os genes que serão adicionados são os que faziam com que os mamutes tivessem a pelagem grossa, camadas de gordura isolantes, e outras características que permitiam que esses paquidermes vivessem em temperaturas baixíssimas.
Depois, embriões geneticamente modificados vão ser inserido em elefantes fêmeas, e se espera que os filhotes sejam bem similares aos elefantes atuais, mas com resistência ao frio, aparência e comportamento de mamutes.
Segundo os pesquisadores, o projeto é um esforço para ajudar na conservação dos elefantes asiáticos, dando a eles características que permitam que a espécie prospere em campos vastos, que são conhecidos como estepes dos mamutes.
Além disso, os cientistas acreditam que a introdução dos híbridos na tundra ártica pode ajudar a restaurar o habitat degradado e combater alguns dos impactos das mudanças climáticas.
Mas nem todos cientistas ficaram animados com o projeto. A bióloga evolucionista do Museu de História Natural de Londres afirma que seriam necessárias centenas de milhares desses ‘novos mamutes” para se alcançar algum efeito real.
E isso pode levar muito tempo. A gestação de cada um deles dura 22 meses e a chegada à maturidade, leva pelo menos 30 anos.
Mas claro, antes é preciso ver se a experiência vai ter ter sucesso…
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