Depois de um atraso de 11 dias, finalmente foi lançado o satélite Landsat 9, um projeto conjunto da Nasa e do Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Dessa vez, nem o mau tempo atrapalhou a decolagem do foguete Atlas V, da United Launch Alliance.
O lançamento estava originalmente programado para acontecer em 16 de setembro, mas a decolagem foi adiada para o dia 23, após um atraso na entrega de nitrogênio líquido. O atraso está relacionado a uma escassez mundial de oxigênio líquido causada pela pandemia de Covid-19 em andamento.
Segundo a Nasa, a missão Landsat 9 envolve gastos de 885 milhões de dólares para continuar o programa que começou em 1972, para monitorar e gerenciar recursos da Terra, como plantações, águas e florestas.
A Nasa escolheu a região da Amazônia brasileira para ilustrar como é feito o acompanhamento fotográfico do sistema de satélites. É possível acompanhar com exatidão a derrubada de áreas de floresta, seja para o cultivo de grãos ou por conta do crescimento das cidades.
O novo satélite vai substituir o Landasat 7, que está em órbita desde 1999, e vai trabalhar em conjunto com o Landsat 8, lançado em 2013. A dupla registra imagens da Terra a cada oito dias. Para isso, eles carregam dois instrumentos científicos que analisam a luz refletida do planeta em diferentes comprimentos de onda para detectar até mesmo as mudanças mais minuciosas em lagos, rios e florestas…
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Acsa Gomes é formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo pela FAPCOM. Chegou ao Olhar Digital em 2020, como estagiária. Atualmente, faz parte do setor de Mídias Sociais.
Pai de três filhos, André Lucena é o Editor-Chefe do Olhar Digital. Formado em Jornalismo e Pós-Graduado em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte, ele adora jogar futebol nas horas vagas.