A Vertoro, uma startup holandesa de produção de energia, patenteou um processo termoquímico para produzir combustível utilizando resíduos de agricultura, restos de madeira e até biomassas.

O processo usa esses materiais para extrair a lignina, uma molécula que até então não era aproveitada como combustível por apresentar instabilidade. Mas agora pode ser processada em escala comercial, substituindo os combustíveis fósseis.

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Segundo a empresa, a lignina é o material em maior abundância na natureza, e com um dos maiores potenciais de reaproveitamento. O chamado “ouro verde” vai ser produzido em uma refinaria financiada pela empresa de logística dinamarquesa Maersk.

O primeiro uso comercial em larga escala do combustível renovável da Vertoro está previsto já para o ano que vem, com a Maersk utilizando resíduos marítimos para a produção do material. O investimento é parte da meta da gigante de logística em se tornar neutra em emissão de carbono até 2050.

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