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A tensão nos boxes vai ser a mesma. Mas os carros, baseados nos modelos que participam da categoria Indy Light, são bem diferentes.
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Os pilotos vão ser substituídos por sofisticados sistemas de direção autônoma, que conta com seis monocâmeras, quatro radares, três sensores LiDAR e um GPS.
Os motores não são tão modernos: movidos à gasolina, eles têm 449 cavalos e podem chegar a mais de 300 quilômetros por hora.
E as equipes são compostas por alunos de universidades de todo o mundo. Os times compraram os veículos por cerca de 300 mil dólares cada, e o vencedor vai receber um prêmio universitário de 1 milhão e meio de dólares, aproximadamente 8 milhões e 600 mil reais.
O principal desafio da corrida não é mostrar a velocidade dos carros autônomos, como no automobilismo convencional, mas como eles lidam com o perigo e respondem a situações inesperadas.
Isso pode contribuir com o desenvolvimento das tecnologias de segurança para os carros autônomos no futuro, além de trazer novas emoções nas pistas.
A corrida vai ter apenas 20 voltas no circuito, bem menos do que nas provas tradicionais, mas tem tudo para ser sensacional. Nove equipes de 21 universidades disputam o prêmio. E todo o mundo vai poder assistir o espetáculo ao vivo, pelo site oficial do Indianápolis Autonomous Challenge, neste sábado, às duas horas da tarde pelo horário de Brasília.
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