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Já é muito comum conversar com outras pessoas pela internet. Mas uma empresa da Nova Zelândia aposta que o metaverso vai provocar uma explosão no uso de uma nova classe de humanos: as pessoas digitais.
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Chamada de Sam, a primeira pessoa digital da Soul Machines opera uma espécie de cérebro digital, que roda em um sistema apelidado de Humans OS 2.0. Ela é capaz de perceber as expressões das pessoas pela webcam, e formular respostas quase que em tempo real.
A empresa acredita que as simulações podem até se tornar versões estendidas dos usuários, uma forma de participar do metaverso sem estar fisicamente conectado a nenhum aparelho. Segundo o presidente da Soul Machines, “eles podem sair e fazer coisas, ganhar dinheiro para você ou para a sua empresa, enquanto você está fazendo outra coisa mais divertida”.
Mas eles admitem que existem poucas profissões em que será possível usar as pessoas digitais. Por mais que a inteligência artificial fique indistinguível de pessoas reais, funções como as de advogados, professores e profissionais de saúde vão seguir sendo exclusivas para seres humanos.