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Não é novidade para ninguém que o Google é uma das maiores empresas de tecnologia do mundo e, consequentemente, suas ferramentas também são extremamente populares. Comprovando isso, o Gmail, o serviço de e-mail da big tech atingiu o posto de 4º aplicativo mais baixado nos celulares Android, com mais de 10 bilhões de downloads.
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A plataforma foi lançada em 2004 e conta com diversos recursos que atraem cada vez mais usuários. Claro que vale ressaltar que os celulares Android possuem o aplicativo do Gmail instalado de fábrica, o que pode ter ajudado a atingir a marca, mas não tira o mérito da ferramenta do Google.
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A frente do Gmail, atualmente, estão os aplicativos do Google Play Services, YouTube e Maps, todos provenientes da mesma empresa. O único aplicativo que não é do Google que está chegando próximo ao marco é o Facebook, criado por Mark Zuckerberg e de propriedade da Meta.
Junto com o app da rede social, também está chegando a seleta lista de mais baixados em celulares Android os aplicativos do Chrome e de pesquisa do Google.

Google premiou brasileiro que encontrou falha de segurança no Gmail, mas não corrigiu a ameaça
Se você faz uso do Gmail corporativo (a versão Workspace), pode ser que alguém esteja recebendo todos seus e-mails sem que você nunca tenha tido qualquer sinal de haver algo errado. É uma falha de segurança do Gmail, encontrada pela primeira vez em 2020, reconhecida ostensivamente pelo Google então, mas que não foi corrigida até agora.
Por encontrá-la, o desenvolvedor Leandro Duarte chegou a receber uma comendação: foi registrado no Hall da Fama do Google e ofertado um prêmio de US$ 500 – que ele preferiu doar para caridade. Mas, depois dessa festa toda, o Google parece ter esquecido do problema.
Nascido na favela de Paraisópolis, São Paulo, Leandro é autor do livro ‘Hackear Sem Programar’, no qual descreve o problema e vários outros. Ele veio por iniciativa própria falar com o Olhar Digital para explicar sua preocupação.
“O Google não corrigiu a falha depois de anos”, afirma. “Entrei em contato algumas vezes, mas, mesmo assim, nada.”
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