Siga o Olhar Digital no Google Discover
Os negócios de nuvem da gigante asiática do comércio eletrônico Alibaba é alvo de análises do governo dos Estados Unidos. A administração de Joe Biden deseja determinar se isso representa um risco para a segurança nacional, enquanto examina minuciosamente a tecnologia chinesa.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
A ideia é investigar como a Alibaba armazena os dados dos clientes norte-americanos, como informações pessoais e propriedade intelectual. A análise quer ainda saber se o governo da China pode ter acesso a esses dados, de acordo com informações divulgadas pela agência internacional de notícias Reuters.
Leia mais:
- Vasco da Gama é mais um time a lançar fan token
- O que esperar do Bitcoin em 2022?
- Pandemia fez um bilionário a cada 26 horas, diz relatório
Uma outra preocupação do governos dos Estados Unidos é o potencial do governo chinês interromper o acesso dos usuários dos EUA às suas informações armazenadas na nuvem da Alibaba. Assim, os reguladores estadunidenses podem forçar a empresa a adotar posturas que reduzam os riscos ou proibir os norte-americanos de usar o serviço.
O negócio de nuvem da Alibaba ainda é pequeno nos Estados Unidos. A receita anual ainda é menor que US$ 50 milhões. À Reuters, porém, nem a empresa, nem o Departamento de Comércio dos EUA, nem a Embaixada da China em Washington comentaram o assunto.

Atualmente, a Alibaba é o quarto maior provedor de nuvem do mundo, com cerca de 4 milhões de clientes, de acordo com a empresa de pesquisa Canalys. Em 2020, a gigante chinesa registrou um aumento de 50% na receita, para US$ 9,2 bilhões, mesmo com a divisão sendo responsável apenas por 8% das vendas totais.
A companhia chinesa mantém relações comerciais com grandes companhias dos Estados Unidos. Entre elas, estão a Ford Motor e a IBM.
Via: Reuters
Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!