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Pesquisadores da Rede Infantil Brain Imaging Study (IBIS) apontaram que as crianças com autismo passam por um crescimento anormal da amígdala enquanto são bebês. Já é de conhecimento geral que a amígdala de autistas são maiores, mas essa é a primeira vez que se aponta quando esse processo começa.
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Utilizando exames de ressonância magnética, a pesquisa descobriu que o crescimento excessivo começa entre seis e 12 meses de idade, período antes dos comportamentos característicos do autismo começarem a serem percebidos.
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No entanto, a amígdala destes bebês não é maior que o comum, apenas cresceram mais rápido do que o visto em outros bebês. “Também descobrimos que a taxa de supercrescimento da amígdala no primeiro ano está ligada aos déficits sociais da criança aos dois anos”, disse o primeiro autor Mark Shen.
“Quanto mais rápido a amígdala crescia na infância, mais dificuldades sociais a criança apresentava quando diagnosticada com autismo um ano depois”, continuou.
Durante a pesquisa, foram analisados um total de 408 bebês, incluindo 58 bebês com maior probabilidade de desenvolver autismo (por ter irmãos com o transtorno) que foram posteriormente diagnosticados com autismo, 212 bebês com maior probabilidade de autismo, mas que não desenvolveram, 109 controles com desenvolvimento típico e 29 bebês com síndrome do X frágil.
Por ora, ainda não é possível afirmar o motivo do crescimento anormal da amígdala com o diagnóstico de autismo. No entanto, acredita-se que o problema possa estar associado ao estresse crônico.

E este estresse pode estar associado a maneira como os bebês que desenvolvem autismo respondem a estímulos visuais e sensoriais em seus arredores.
“Nossa pesquisa sugere que um momento ideal para iniciar intervenções e apoiar crianças com maior probabilidade de desenvolver autismo pode ser durante o primeiro ano”, disse o autor sênior, Joseph Piven.
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