Um clube de futebol é muito mais do que apenas atletas em busca dos melhores resultados. Atualmente, os times são empresas que valorizam a gestão. Nesse sentido, o São Paulo fechou uma parceria com a Neoway, com foco na criação do Programa de Integridade do Tricolor (PIT).

As análises, que começaram há um ano, utilizam os dados obtidos pela Inteligência Artificial e Big Data Analytics para reduzir os riscos comerciais, otimizando as avaliações contratuais. Outro aspecto que está nas prioridades da parceria é o fortalecimento do vínculo do clube com a ética e com a transparência, por meio de certificações e da adesão ao Programa Pacto Pelo Esporte. 

“Não há segmento da economia que possa ser eficiente e competitivo sem agregar tecnologia à sua gestão estratégica. Não é diferente no esporte e entretenimento. As soluções da Neoway dão mais segurança e previsibilidade para a operação de todas as nossas áreas, do marketing ao social. Isso é essencial para a saúde econômica e financeira do clube”, comenta Roberto Armelin, diretor jurídico e compliance officer do São Paulo Futebol Clube. 

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De olho nos procedimentos

As ferramentas de Big Data e Inteligência Artificial da Neoway são utilizadas para due dilligence, monitoramento de processos e acompanhamento de procedimentos. Após um ano de implementação das soluções, os resultados já se mostram bastante satisfatórios. 

Jogador do São Paulo FC
Bons resultados em campo refletem também uma gestão profissionalizada por trás dos gramados; São Paulo investe na tecnologia para otimizar processos. Imagem: Celso Pupo / Shutterstock

Cerca de 60% dos casos submetidos às análises acabam apresentando algum sinal de alerta, seja conflito de interesse ou situações que inviabilizam o negócio, ou seja, o trabalho é fundamental para prevenir problemas mais sérios.

“O mundo está cada vez mais pautado na ética e transparência. O esporte segue essa tendência. Novos modelos de negócios, como a Sociedade Anônima do Futebol ou o Pacto Pelo Esporte, por exemplo, têm trazido esses pontos como premissas básicas. Diante desse cenário, a tecnologia é um grande facilitador e já percebemos uma maior procura pela gestão do risco de compliance automatizada”, afirma Luciana Silveira, chief compliance officer da Neoway.

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