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Neeraj Arora, ex-diretor de negócios do WhatsApp, publicou em sua conta no Twitter uma thread afirmando que se arrepende de ter ajudado a vender o aplicativo para a Meta, que na época ainda se chamava Facebook. O executivo ainda afirmou não ser o único a se arrepender da transação.
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Arora contou que a empresa de Mark Zuckerberg fez a primeira proposta de compra do WhatsApp entre 2012 e 2013, mas o acordo não seguiu em frente. Em 2014, a gigante da tecnologia voltou a tentar comprar o mensageiro com uma série de condições que faziam o acordo parecer uma parceria.
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O Facebook prometeu oferecer suporte completo para criptografia de ponta a ponta, nunca adicionar anúncios, total independência nas decisões do mensageiro e até mesmo uma cadeira no conselho do Facebook para o cofundador do WhatsApp, Jan Koum.
O ex-diretor contou ainda que as negociações tinham pontos imutáveis, como o fato de o Facebook não poder explorar os dados dos usuários e manter a compatibilidade do aplicativo para todas as plataformas.
Segundo Arora, o Facebook parecia aceitar todas as exigências e, verdadeiramente, acreditar no propósito dos criadores e diretores do WhatsApp. “Claro que não foi isso que aconteceu”, lamenta o ex-diretor.
A venda do WhatsApp foi concluída em 2014 e, de acordo com o ex-executivo, os problemas começaram a aparecer entre 2017 e 2018. Arora afirma que na época da transação não era possível saber que o Facebook iria se tornar um “Frankenstein” que devora dados de usuário e “cospe dinheiro sujo”.
O executivo citou alguns escândalos de privacidade que envolvem o Facebook e apontou que, mesmo o WhatsApp sendo a segunda maior plataforma da Meta, ele é apenas uma sombra do que era quando foi criado.
Neeraj Arora disse que as empresas de tecnologia precisam assumir quando erram. “Para que o ecossistema de tecnologia evolua, precisamos falar sobre como os modelos de negócios perversos fazem com que produtos, serviços e ideias bem-intencionados deem errado”, completou.
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