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Recentemente, casos de varíola dos macacos estão preocupando autoridades de saúde de todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já registrou dezenas de casos na Austrália, Estados Unidos, Canadá e diversos países da Europa.
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A varíola dos macacos é da mesma família da varíola convencional, erradicada no mundo todo em 1980. A dos macacos, no entanto, é considerada bem menos grave e ocorre principalmente em países da África Central e Ocidental.
Os principais sintomas da varíola dos macacos são:
- febre;
- dor de cabeça;
- dor nas costas ou musculares;
- inflamações nos nódulos linfáticos;
- calafrios;
- exaustão;
- coceira que geralmente começa no rosto;
- lesões na pele.

Normalmente, o período de incubação do vírus varia de sete a 21 dias. Porém, os sintomas começam a surgir entre 10 e 14 dias após a infecção. A transmissão é feita por meio de contato direto com animais ou pessoas contaminadas, além de objetos infectados.
O tratamento da varíola dos macacos pode ser feito com antivirais e, caso não seja tratada, a doença pode levar a morte. A maior parte dos casos são leves, porém, crianças, mulheres grávidas e pessoas imunocomprometidas tendem a desenvolver uma forma mais grave da infecção.
A vacina contra a varíola comum oferece uma proteção de aproximadamente 85% contra a varíola dos macacos, pois os vírus são muito parecidos.
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que o risco endêmico da doença é extremamente baixo, pois a doença é uma zoonose, ou seja, transmitida de animais para seres humanos.
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