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Como parte de sua próxima missão, a NASA usará um balão gigante – do tamanho de um campo de futebol – para levantar o telescópio ASTHROS a 40 quilômetros (km) acima da Antártida. O objetivo é investigar um estranho fenômeno que “enforca” o processo de formação de algumas estrelas, efetivamente matando-as antes de nascerem.
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ASHTROS é a sigla em inglês para “Telescópio Estratosférico de Astrofísica para Observações de Alto Espectro Resolutivo a Ondas Submilimétricas” e foi desenhado para observar a luz em certas frequências bloqueadas pela nossa atmosfera e, consequentemente, são impossíveis de serem vistas por telescópios da nossa superfície.
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A ideia é usar os imensos espelhos do telescópio para observar regiões de formação estelar e criar mapas em três dimensões da distribuição e movimentos dos gases que preconizam o surgimento de novos astros dentro da Via Láctea. Mais além, o ASHTROS vai comparar essas informações com galáxias mais distantes – e maiores que a nossa – para ver como esses eventos são desencadeados em regiões mais massivas.
De acordo com a NASA, lançamentos com balões custam muito menos dinheiro do que a prática normal de se enviar artefatos ao espaço por meio de foguetes. Fora isso, elas também podem ser aprontadas em menor tempo entre o início do planejamento e a entrega dos veículos de transporte. Há, contudo, limitações de trânsito: balões desse tipo não têm muita resistência e só conseguem chegar à parte mais baixa da atmosfera, o que limita o escopo de missões possíveis para esse tipo de transporte.
Por ano, a NASA afirma lançar de 10 a 15 missões do tipo.
A missão ASHTROS será lançada até dezembro de 2023, saindo da estrutura de produção e lançamento de balões que a NASA mantém na Antártida.
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