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Nesta quinta-feira (30), a Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC) concedeu permissão à SpaceX para vincular uma série de veículos ao seu serviço de internet via satélite, a Starlink.
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De acordo com o The Wall Street Journal, a autorização abrange veículos de consumo e de negócios, que vão desde aviões e barcos até trailers.
“Esta permissão de uso expandirá o leque de recursos de banda larga para atender às crescentes demandas dos usuários que agora exigem conectividade em movimento”, diz o documento da FCC.

A SpaceX vem construindo uma cada vez mais extensa frota de satélites Starlink, que são implantados na órbita baixa da Terra por seus foguetes Falcon 9 com o objetivo de fornecer conexões de internet de alta velocidade aos atuais mais de 400 mil assinantes em todo o mundo e aos que ainda vão aderir ao serviço.
Além de contratos com pessoas físicas, a SpaceX tem tentado atrair clientes corporativos para a rede Starlink. A Delta Air Lines, uma das mais importantes companhias aéreas dos EUA, já testou a conexão, e a Hawaiian Airlines anunciou, em abril, que ofereceria o serviço em aeronaves que fazem rotas entre as ilhas havaianas e o continente, além de linhas que fazem voos internacionais.
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A FCC impôs algumas condições à SpaceX para oferecer o serviço Starlink para veículos em movimento. Uma delas é de que as operações da empresa para veículos em uma determinada faixa de espectro devem aceitar interferências dos usuários atuais e futuros nessas ondas de rádio e, por sua vez, não podem causar interferência prejudicial a outros serviços.
A SpaceX tem lutado contra outras empresas de telecomunicações sobre o plano da FCC para regras que regem a banda de espectro, que está em frequências acima de 12 giga-hertz. A rival Dish Network solicitou à comissão limitar o serviço Starlink aos veículos em movimento, para proteger sua rede Wi-Fi terrestre.
Jeffrey Blum, chefe de políticas públicas da Dish, disse que a empresa está satisfeita que as autoridades federais garantiram que o serviço da Starlink para veículos “tem que aceitar toda e qualquer interferência de futuras operações 5G e que eles devem divulgar claramente tais limitações aos seus clientes”.
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