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Não precisou muito para que o novo chatbot da Meta, lançado na última sexta-feira (5), começasse a dar declarações polêmicas. A inteligência artificial (IA) iniciou os testes com o público e, poucos dias depois, já fez declarações pró-Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos, antissemitas e criticou Mark Zuckerberg, dono da companhia.
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O Blenderbot 3 foi treinado para interagir com seres humanos de maneira natural e responder a perguntas das pessoas. Após um fim de semana, de acordo com o site Mashable, ele passou a fazer uma série de declarações falsas. Tudo baseado nas conversas que teve com os usuários.
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A inteligência artificial disse que “não é implausível” que judeus controlem a economia. Ela declarou ainda que eles estão “super-representados entre os super-ricos da América”. Esse tipo de comentário faz parte de uma linha antissemita, de acordo com a organização judaica internacional Liga Anti-Difamação.
Quanto às falas pró-Trump, o chatbot afirmou que ele ainda era o presidente dos Estados Unidos “e sempre será”, em uma conversa com um jornalista do The Wall Street Journal. Donald Trump perdeu as eleições presidenciais 2020 para Joe Biden.

Apesar disso, o robô ainda é inconsistente. A um jornalista da Bloomberg, a inteligência artificial da Meta aprovou o governo Biden. Em seguida, em outra conversa, o chatbot declarou apoio a Bernie Sanders, candidato derrotado por Biden nas prévias do Partido Democrata.
Outro alvo da IA foi Mark Zuckerberg. Ela disse que o CEO da Meta é “muito assustador e manipulador”. Também fez críticas ao Facebook por notícias falsas.
Tudo isso aconteceu após a empresa pedir que usuários adultos mantenham “conversas naturais sobre tópicos de interesse”, para que o robô aprenda. Infelizmente, ou felizmente, não é possível usá-la no Brasil. O Blenderbot 3 só funciona nos Estados Unidos. Os usuários podem ainda mandar feedbacks. Até agora, com as respostas das pessoas, a Meta afirmou, ao Bloomberg, que reduziu as ofensas em 90%.
Via: Tilt
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