“The Last of Us Part 1”: Quais as melhorias em relação ao game original?

Às vésperas do lançamento de The Last of Us Part I, o remake do jogo de sucesso, a PlayStation divulgou um vídeo comparativo em relação ao game original.
William Schendes
William Schendes, editado por André Lucena 31/08/2022 16:36, atualizada em 01/09/2022 14:55
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Às vésperas do lançamento de The Last of Us Part I – o remake do jogo de sucesso – a PlayStation divulgou um vídeo comparando a nova versão de Playstation 5 com o game original.

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The Last Of Us (2013) lançado no final da geração de PS3 e se destacou principalmente por sua narrativa carregada de emoções e reviravoltas. Em seu lançamento, o game apresentou aos jogadores gráficos impressionante para a época com os modelos dos personagens e com a variedade de cenários a ser explorados em combate com inimigos. Todos esses fatores tornam o jogador imerso na jornada de Joel e Ellie. Não é à toa que o game se tornou um sucesso de críticas e vendas. Além das melhorias gráficas, melhorias de jogabilidade foram inseridas.  

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No Metacritic, The Last of Us recebeu a excelente nota de 95/100. O jogo de sobrevivência também foi reconhecido em diversas categorias de muitas premiações, como Inside Gaming Awards, Game Critics Awards, Spike Video Game Awards, Golden Joystick Awards, dentre outras.

Com o lançamento da remasterização já em 2014, a Naughty Dog melhorou significativamente os gráficos e otimizou levemente a inteligência artificial do game para o Playstation 4.

O que melhorou no remake em relação ao remastered de 2014? 

Shaun Escayg, principal animador cinematográfico da Naughty Dog, reforçou que os diversos aspectos gráficos e de design foram refeitos. “Nós redesenhamos completamente tudo, desde a direção de arte, iluminação, tecnologia (de iluminação) até os próprios designs dos personagens. Aplicamos tudo o que aprendemos ao longo da década desde o original e utilizamos essa nova tecnologia para criar algo que permanece fiel ao original, mas reimaginado de maneira atualizada.”.

Gráficos e animações mais realistas

O diretor de arte, Sebastian Gromann, ressaltou os avanços para tornar as animações de personagens e cenários mais realistas:

“Temos grandes melhorias que nos permitiram colocar mais polígonos em nossos personagens e também nos ambientes. Conseguimos criar mais profundidade porque podemos colocar mais detalhes em ambientes mais distantes, como montanhas e edifícios, além das coisas à nossa frente. Isso não era possível com a GPU do PS3.”, disse Gromann.

Mudanças significativas foram feitas em relação a detalhes adicionais e devem manter o jogador imerso na narrativa. Escayg cita como exemplo a cena de discussão entre Joel e Ellie: “Todas essas melhorias de animação tornam a cena mais forte. Porque você está aumentando a fidelidade da expressão. Você está fazendo gestos mais sutis que parecem mais naturais.”.

IA e novos recursos na jogabilidade

Um dos principais programadores do game, John Bellomy, afirmou que mudanças no sistema de combate foram trabalhadas pela equipe em relação ao jogo original. 

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“Ao entrar em The Last of Us Part I, pegamos esses encontros de combate e aplicamos nosso mecanismo de IA e conjunto de ferramentas para realizá-los ‘de verdade’. Temos encontros mais dinâmicos graças à busca emparelhada e novos comportamentos de investigação, análise topográfica com localização de caminhos e sondagem de visibilidade, para que coisas como esgueirar-se e emboscada funcionem em mais situações. Estes acabam por tornar o jogo mais interessante para os jogadores.”, explicou Bellomy.

O número de NPCs (personagens não jogáveis) foram aumentados. O designer chefe, Christian Wohlwend, explicou que o hardware do PS3 limitava o número de inimigos que poderiam atacá-lo. Além disso, os combates devem ser mais dinâmicos com a melhoria na inteligência artificial dos inimigos.

O recurso de áudio 3D foi implementado e o feedback tátil do controle DualSense para emular novas sensações durante a jogabilidade.

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William Schendes
William Schendes

Jornalista em formação pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Mesmo com alguns assuntos negativos, gosta ficar atualizado e noticiar sobre diferentes temas da tecnologia.

André Lucena
André Lucena

Pai de três filhos, André Lucena é o Editor-Chefe do Olhar Digital. Formado em Jornalismo e Pós-Graduado em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte, ele adora jogar futebol nas horas vagas.


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