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Andrea Trabucco-Campos e Martín Azambuja, dois ex-alunos do estúdio de design Pentagram, após uma ideia de “como seria a letra ‘P’ se o Picasso a desenhasse?”, executaram um projeto muito interessante para obterem respostas.
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O livro, intitulado de “Artificial Typography” (Tipografia Artificial), contém as 26 letras do alfabeto reinventadas através das lentes de 52 artistas.
Ambos alunos utilizaram o famoso gerador de imagens de IA Midjourney para construir imagens que não teriam como ter sido criadas no mundo real.
O livro é constituído por todas as letras do alfabeto e cada letra vem em duas versões interpretadas por diferentes artistas. O “A” segue os estilos de Jean Arp e Hilma af Klint, o “B” de Louise Bourgeois e Basquiat, e assim por diante.

Todas as letras são compostas por ilustrações de texto simples, como a letra ‘R’ em uma floresta, pintada de Henri Rousseau ou “Pôster psicodélico com a letra ‘Y’ em vermelho feito por Tanadori Yokoo.
O livro possui artes fascinantes, além de terem sido criadas por meio de comandos simples de geradores de imagens com IA, como Midjourney ou Dalle-2 que possibilitam designers e criativos a diversas oportunidades incríveis de encontrar inspiração e testar novas ideias.
Entretanto, por conta de toda tecnologia inserida o livro acabou gerando diversas discussões acerca de até onde eram válidas essas imagens, pois foram geradas por algoritmos. Além disso, também levantaram questões de direitos autorais de artistas cujo trabalho é protegido, mas está disponível para ser mexido por IA.
Para Andrea, o objetivo do Midjourney não é desvalorizar o trabalho dos artistas, e sim atuar como um colaborador, permitindo que os criativos ampliem seus horizontes. “Passamos a assumir a função de diretores de arte e curadores”, diz ela.

No final se tornou uma bora surpreendente, a letra ‘M’ foi produzida tendo como base as obras do pintor francês Matisse e refere-se à sua famosa série de quadros “Nu Azul”. Já o ‘N’, representado em pedra texturizada, poderia muito bem ter sido retirado dos arquivos do Museu Noguchi.
Por outro lado, o ‘T’ foi produzido com bordas radiantes e turvas bem no estilo de Turrell. Vale ressaltar que todas essas alusões não estão explícitas ao longo livro, e sim apenas no final.
Via: Fast Company
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