Siga o Olhar Digital no Google Discover
A guerra do streaming continua em alta no mercado e mais um concorrente está chegando para a competição. O YouTube está trabalhando para lançar um serviço de streaming que trará programas de TV e filmes para o interface da plataforma.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Segundo as informações do The Verge, as produções vão vir por meio de 35 serviços que já se encontram no mercado de streaming e o recurso se chamará Primetime Channels. O avanço pela ferramenta é uma aposta do YouTube para o futuro e a plataforma acredita que o público fiel deve comprar a ideia.
Entre os parceiros do YouTube, estão serviços de renome no mercado como a Paramount Plus e ofertas de nicho como o The Great Courses, plataforma de cursos e documentários disponível nos EUA. A empresa do Google trabalha também para ter o NBA League Pass, serviço da liga de basquete estadunidense.

Caso a ideia vá para frente, o serviço de streaming funcionaria como qualquer outro canal do YouTube, com uma página inicial com curadoria e vários vídeos, que seriam exibidos na seção Filmes e TV do aplicativo – além da possibilidade de encontrar os conteúdos através de resultados de pesquisas e recomendações. Outro detalhe é que o usuário poderá deixar comentários e clicar no ícone de ‘like’ ou ‘dislike’.
A ideia, com isso, seria uma espécie de transformação dos executivos do cinema em criadores de conteúdo, algo que Erin Teague, chefe de esportes, filmes e programas do YouTube e líder do projeto Primetime Channels, explica o motivo. “É frustrante ter que pular de aplicativo em aplicativo para gerenciar sua assinatura entre aplicativos”, argumenta ele.
Uma tentativa de realizar uma estrutura única para um serviço de streaming é uma medida que muitas plataformas tentam fazer. Por outro lado, o YouTube tem a vantagem de já ser uma empresa com um nome forte na internet, com mais de dois bilhões de usuários utilizando o serviço do Google.
Leia também:
- YouTube dará certificado para canais de saúde
- YouTube adiciona recurso de “movimento de pinça” para dar zoom
- YouTube: batalha contra o TikTok gera problemas financeiros para a plataforma
Esse também é um ajuste do YouTube em relação aos trailers, que geralmente são conteúdos de séries e filmes. “Você assiste a trailers no YouTube e deixa o YouTube para começar do zero no serviço de streaming”, afirma Teague. “Então, pensamos: ‘O que aconteceria se apenas recolhêssemos essa experiência e tornássemos conveniente assistir a todo esse conteúdo em um só lugar?’”, completou.
Teague também garante que o serviço de streaming não será priorizado pelo YouTube. Inclusive, a nova experiência não terá lugar entre as classificações em primeiro lugar nos resultados de pesquisa (o famoso “Em Alta”) e não receberá promoção publicitária agressiva.
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!
Informações via The Verge