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Após a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificar por testes de sequenciamento genético a presença da subvariante Ômicron BQ.1 em São Paulo, a primeira morte associada à sublinhagem foi registrada na cidade. Conforme a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a paciente, uma mulher de 72 anos com diversas comorbidades, ficou internada no Hospital São Paulo do dia 10 a 17 de outubro, data em que foi a óbito.
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O outro paciente identificado com a cepa é um homem de 62 anos. Ele começou apresentar sintomas no dia 7 de outubro, foi isolado e não teve maiores complicações.
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O que se sabe sobre a BQ.1?
A BQ.1 é uma ramificação da BA.5, subvariante da Ômicron. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), sua prevalência é de 6% e ela já foi detectada em 65 países, incluindo o Brasil.

O órgão destaca, no entanto, que apesar de um “crescimento significativo sobre outras sublinhagens da Ômicron”, ainda não há dados sobre a gravidade ou capacidade de ela driblar a proteção adquirida com vacina. Especialistas descartam a possibilidade, não vendo motivos para pânico, contudo, ressaltam a importância da vacinação agora, principalmente as doses de reforço.
O aumento de casos na Europa e Estados Unidos, por exemplo, está sendo associado à BQ.1. De acordo com balanço do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) divulgado na sexta-feira (4), as sublinhagens BQ.1 e BQ.1.1 já representam 35,3% das infecções pelo novo coronavírus nos EUA.
Conforme declaração publicada no fim de outubro pelo Grupo Consultivo Técnico da OMS sobre a Evolução do Vírus SARS-CoV-2 (TAG-VE), por ora, a sublinhagem não parece ser tão diferente das outras. O mesmo vale para a subvariante XBB, sublinhagens da BA.2.10.1 e BA.2.75 (ainda Ômicron), encontrada em outros 35 países.
A organização acrescentou que o cenário “merece monitoramento rigoroso” e que o posicionamento será reavaliado regularmente, conforme “qualquer desenvolvimento significativo que justifique uma mudança na estratégia de saúde pública”.
Com informações da Veja, CNN e OMS
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